segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Não estrague o seu dia

A sua irritação não resolverá problema algum. As suas contrariedades não alternarão a natureza das coisas. Os desapontamentos não farão o trabalho que só o tempo poderá fazer. O seu mau humor não modificará a vida. A sua dor não impedirá que o sol brilhe sobre os bons e os maus. A sua tristeza não iluminará os caminhos. O seu desânimo não edificará a ninguém. As suas reclamações, mesmo efetivas, não nos acrescentarão outros um grama de simpatia por você. Aprenda com sabedoria a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo para o INFINITO.



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A Mulher Depois Que Ama...!!!

Uma coisa especial ocorre com a mulher depois que ama. Reparem, estou dizendo: Depois que ama. Não estou me referindo a ela enquanto está no ato do amor.
Disto se pode falar também, e a literatura a partir do romantismo e depois o cinema, modernamente, já tentaram de várias formas simular na relação amorosa como a mulher suspira, se contorce, desliza as mãos e entreabre a boca do corpo e da alma.
Mas, quando digo "depois que ama", refiro-me ao estado de graça que a envolve após o gozo ou gozos, e que perdura horas e horas e às vezes dias.
Fica macia que nem gata aos pés do dono.Mais que gata, uma pantera doce e íntima.Sua alma fica lisinha, sem qualquer ruga.A vida não transcorre mais a contrapelo. Desliza...
Ela tem vontade de conversar com as flores, com os pássaros, com o vento. Sobretudo, descobre outro ritmo em sua carne. É tempo do adágio, de calma e fruição. Neste período, aliás, o tempo pára. Em estado de graça ela se desinteressa do calendário. O cotidiano já não a oprime. É a hora de uma ociosidade amorosa.
O fato é que a mulher nessa atmosfera sai do trivial, se angeliza e glorificada, pervaga pela casa. O homem, animal desatento, às vezes não se dá conta. Em geral, nunca se dá conta. Ou dá-se conta nos primeiros minutos após o ato de amor, e depois se deixa levar pela trivialidade, deixando-a solitária em sua felicidade clandestina. Na verdade, ela sobre paira ao tempo, está adejando em torno do amado, que deveria suspender tudo para sentir desenhar-se em torno de si esse balé de ternura.
Deveria o homem avisar ao escritório:
- hoje não posso ir.
- estou assistindo à reverberação do amor naquela que amo.
E como isto se assemelha à floração rara de certas plantas. Os amados deveriam interromper tudo: seus negócios e almoços e ficarem ali, prostrados, diante da que celebra nela o que ele ajudou a deslanchar.
Já vi algumas mulheres assim. Era capaz de pressentir a 115 m que elas estavam levitando de tanto amor que seus amados nelas desataram.
Há uma coisa grave na mulher que foi ao clímax de si mesma. Que não esteja distraído o parceiro ou parceira. Ela tem mesmo um perfume diverso das demais. É um cio diferente... É quando a mulher descerra em si o que tem de visceralmente fêmea, tranqüila que, mais que possuída, possui algo que atingiu raramente.
As outras mulheres percebem isto e a invejam. Os machos farejam e se perturbam. É como se estivessem num patamar seguro a se contemplar. É quase parecido a quando a mulher vive a maternidade. Mas aqui é ainda diferente, porque na maternidade existe algo concreto se movimentando dentro dela.
Contudo, nessa atmosfera que se segue a uma epifânica sessão de amor, diverso, porque ela está acariciando uma imponderável felicidade.
Estou falando de uma coisa que os homens não experimentam assim.
O gozo masculino é mais pontual e parece se exaurir pouco depois do próprio ato. Só os escolhidos, os de alma feminina, vez por outra, o sentem prolongar-se dentro de si.
Mas em geral, é diferente. Terminado o ato, uns até rolam para o lado e dormem como se tivessem tirado um fardo do ombro, outros acendem o cigarro, vestem suas ansiedades e voltam ao trabalho.
É constatável, no entanto, que o homem apaixonado também transmite força, alegria, energia. Ele oscila entre Alexandre o Grande e o artista que chegou ao sucesso.!
Também brilha, mas é diferente. E não é disto que estou falando, senão do gozo feminino que não se esgota no gozo e se derrama em gestos e atenções por horas e dias a fio.
Freud andou várias vezes errando sobre as mulheres e, por exemplo, colocou equivocadamente aquela questão de que a mulher teria inveja do homem por ser este um animal fálico, etc. Convenhamos: inveja têm (e deveriam ter) os homens quando prestam atenção no fenômeno que ocorre com as mulheres, que ao serem amadas atingem o luminoso êxtase de si mesmas, como se tivessem rompido uma escala de medição trivial para lá da barreira dos gemidos e amorosos alaridos.
É isso: quando a mulher foi amada e bem amada, ela ingressa nessa atmosfera sagrada, cuja descrição se aproxima daquilo que as santas estáticas descreveram. Uma aura de mistérios as envolve. E isso, por não ser muito trivial, por não ser nada profano, talvez se assemelhe aos mistérios gozosos de que muitos místicos falaram.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Meus filhos




Casa Telucama






Perto ou longe seremos sempre nós!


Eu sou eu
Tu és tu
Perto ao longe
Somos nós
Amo o Universo
As estrelas
E a luz que
Existe em ti
Amo os deuses
Amo as cores e os
Aromas do ar
Para mim não
Existe distâncias
Isso é paz
Perto ao longe
Somos nós

terça-feira, 27 de outubro de 2009

AS PEQUENAS PEDRAS

São as pequenas pedras que tanto nos incomodam. Ninguém perde seu tempo, ou sua energia física e emocional diante de uma pedreira, pois é algo sabidamente intransponível.
Dentro da cultura judaica existe um ensino precioso: “Aquilo que não podemos mudar, simplesmente deixemos de lado”. O que machuca, o que maltrata, são as tantas e tão valorizadas pedrinhas.
Sabemos que elas machucam. E como... Basta caminhar na areia da praia junto à água do mar. Como é prazerosa a caminhada até que nossos calcanhares comecem a sentir aquela dor fininha e penetrante...
No nosso dia-a-dia não é diferente. Temos que saber enfrentar essas pedrinhas que teimam em nos desafiar. Temos que enfrentá-las de frente. Temos que encarar nossos problemas de frente e nada de ficar adiando coisa alguma, pois, a pedrinha de hoje pode se transformar naquele paredão de amanhã.
Encare as pedrinhas como elas são: pedrinhas. Não as supervalorize. Elas não passam de meras pedrinhas. Bjos )O(





“cuidado e canja de galinha não fazem mal a ninguém”


Já diz o ditado popular que “cuidado e canja de galinha não fazem mal a ninguém”. Chego à conclusão que todas as verdades da vida, em qualquer instância, estão nele contidas...!!!
Vezes sem conta conhecemos pessoas que se achegam íntegras, doces e com listas enormes de qualidades. Outras tantas convivemos no dia-a-dia e como, por natureza, somos receptíveis, abrimos a guarda, esquecemos o ditado e quando menos esperamos, somos nocauteados por uma personalidade totalmente adversa àquela nossa conhecida, seja pela falta de caráter, pela obscuridade dos atos, deslealdade... Transformam-se da noite para o dia em seres totalmente desprovidos de qualquer sentimento.
Não me refiro aos políticos, posto que estes nem se dão ao trabalho de nos esconder a cara, a personalidade... Falo daqueles que por alguma razão cruzam nosso caminho, das pessoas de nossa convivência, dos “amigos” que passamos a querê-los bem longe, dos colegas de trabalho que merecem distância, dos vizinhos que perdem a noção de limites e por aí vai, dos “amores” que no início é um príncipe e depois se transforma em sapo...
Falo das pessoas inconsequentes que dizem tudo o que lhes veem à cabeça como se fossem donas da verdade, poços de sabedoria, símbolos da perfeição e que tudo podem...
Falo daquelas que em nome dos seus devaneios, do seu próprio bem estar ou satisfação pessoal, não medem consequências para conseguirem seus objetivos, não se sentem sequer na obrigação de pensar e pesar o que possam ocasionar aos outros, mirando apenas seu próprio umbigo... desses comportamentos errados que arranham amizades, minam amores, quebram relacionamentos, resultando em mágoas e ressentimentos que deixam marcas, algumas bem profundas e irreversíveis.
Diante disso, passei a observar mais e melhor as pessoas e confesso que ando revendo meus conceitos todos os dias.
Entre tudo o que aprendi com tais atitudes/posturas, aprendi também que a terra é redonda e a curva é logo ali e que não devo esquecer nem por um segundo o ditado popular supracitado. Só assim manterei minha consciência em paz e terei tranquilidade para ir e vir. Bjos )O(

domingo, 25 de outubro de 2009

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Todos nós somos especiais... Acredite!!!


A vida às vezes nos parece tão difícil e sem sentido... Felizmente, existe o mundo espiritual. Graças a ele, aprendemos a deixa de lado os sentidos ruins para enxergarmos nossa própria perfeição.

Tudo aquilo que acontece com a gente aqui na Terra é fruto do nosso comportamento interior. Ele se encontra em outro universo, um mundo energético, o mundo causal.
Coloque-se na posição de dona de si, agora, repita a seguinte mensagem:
“Aqui estou, me dou toda a consideração. Assumo, sobretudo, o domínio desse universo. Estou ótima como sou, tudo certo comigo. Todas as mensagens negativas que eu ouvir ao meu respeito; tudo que segurei em mim e incorporei, seja vindo dos meus pais, dos amigos ou da sociedade... sejam enfraquecidas a partir de já. Quero tirar a importância que dei a tudo isso. Quero me posicionar onde a natureza me colocou, ou seja, na pureza, na beleza, na perfeição, na originalidade... Eu sou única e especial, porque foi assim que natureza fez a todos: MUITO ESPECIAIS.”
Se você não esta sentindo tudo isso é porque não se colocou no seu devido lugar. Quando o fizer, vai começar a perceber. Não se trata de ter vaidade ou orgulho, mas de reconhecer a verdade maior, a chance do encontro consigo mesma. Volte pra você! Quanto mais você firma essa idéia, mais aqueles que te causam sofrimento se enfraquecem. Ou seja, um universo novo se abre para você!!!
Algo se torna difícil apenas quando você crê que e difícil. Nada é problema, só quando você crê que é. Você não é incompetente, mas o ponto de todas as competências. As coisas estão terríveis porque, inocentemente, nos colocamos em situações terríveis. Mas essa inocência está acabando. A palavra ESPÍRITO quer dizer CAUSA. Espiritualidade é a consciência desse mundo novo. Abra-se para a verdade que é um mundo causal, do espírito.
Abençoe seu corpo, sua mente, seus sentimentos, sua jornada... Tire da memória as experiências negativas, e renove-se. Abra espaço para sua diferença e sua originalidade, tenha coragem de não pertencer ao meio ou de não ser normal. Abrace a sua verdade interior acima de tudo. Assim você atrai para sua vida as coisas que realmente têm a ver com você. Tudo pode ser transformado. Hoje, estamos apenas começando essa evolução. Bjos)O(

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sonho, Amor...


A gente sonha só se dá conta dele
Depois que ele acabou...
E fica aquela vontade na gente
de sonhar mais um pouquinho.

Existem pessoas que são um sonho.
Um sonho pelo qual a gente
dormiria a vida inteira.
Mas o destino vem e nos acorda violentamente...
E nos leva aquele sonho tão bom...

Existem pessoas que são estrelas.
Doces luzes que enfeitam e iluminam
as noites escuras e nossas vidas.
Mas vem o amanhecer e nos rouba
com toda a sua claridade daquela estrela tão linda.

Existem pessoas que são flores.
Belezas discretas que alegram o nosso caminho.
Mas com o tempo, as flores murcham,
e nos enchem de saudades de sua cor e de seu perfume.

Existem, finalmente,
as pessoas que são simplesmente amor.
Um amor doce como o mel de uma flor...
que desabrochou numa estrela e
que veio até nós num lindo sonho!

E ainda bem que são amor,
porque flores, estrelas ou sonhos,
mais cedo ou mais tarde, terminam...

Mas o amor...
Esse não termina nunca....

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O MAR ...


Quantas vezes me viu chorar
Quantas vezes eu fui procurar...

Tantas horas passadas com ele a conversar
Perto dele quantos olhares foram trocados
Quantos medos sufocados
Quantos risos e sonhos de encantar

Quantas vezes perto dele eu me deixei amar
Testemunha dos meus desatinos...

Impulsionador de destinos
Mais uma vez me deixei levar
Pela sua canção de embalar
Mais uma vez perto dele me entreguei
E nos braços de alguém voei

Por tua culpa agora não consigo esquecer
Quem me abraçou e me fez voltar a querer

Ó Lua


Lá está ó lua nos céus a iluminar os teus filhos,
Olho para ti e penso nele o meu amor que não estás...
Amor que estás longe de corpo
mas que insiste em ficar em minha alma
em uma marca eterna que nunca se apagará, ó lua...
Ilumine-o onde estiver pois eu estarei a observar...
siga-o, encante-o com sua luminosidade...
Seja fiel ao meu amado, não o decepcione...
...não o magoe...
...simplesmente ame-o como eu o amo!

Ó lua!



quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Meus pais


Eronildes Costa




Joselita Gomes


terça-feira, 4 de agosto de 2009

Eu!@_@


Difícil falar de se mesma, mas vou procurar ser bem básica na minha “mine biografia” =]
Nasce na cidade de Jacobina em 11/11/68, cidade na qual fiquei ate os 21 anos.
As lembranças da minha infância são ótimas, meus pais sempre tiveram fazenda onde curtir muito a natureza, tomava banho de rio, montava a cavalo, corria pelos campos... algo bastante prazeroso. Sempre fui uma criança ativa de temperamento forte, dei muito trabalho aos meus pais, mesmo assim tenho ótimas lembranças deles, principalmente da minha mãe que sempre foi muito presente na minha vida, apesar de termos opiniões bem contrarias, ela é um excelente exemplo de superação.
Quando adolescente praticava esportes: jogava futebol, vôlei, corrida... no colégio nunca fui “10”, tirava apenas o suficiente para passar de ano. Estudei Aux. de Escritório e Magistério no CEDBC. Meu primeiro trabalho foi como secretária, aos 18 anos. Tive o meu primeiro namorado (Aldenir Oliveira) aos 13 anos, com quem fiquei ate os 20 anos, o primeiro e único amor na minha vida ate hoje... Nos casamos no dia 25/02/89, infelizmente não durou muito, sofre bastante ate supera esta perda. Como toda adolescente tinha muitos sonhos, achava que sozinha mudaria o mundo, mas com o passar do tempo realizei apenas uma minoria deles, e quanto a “mudar o mundo” percebi que o mundo não se muda, temos que nos moldar a ele.
Na minha adolescência tive momentos bem “chatinhos”, mas sempre fui muito otimista, teimosa ate, não deixei me abater... caso pudesse voltar atrás seriam pouquíssimas as mudanças que eu faria, pois percebo que foi superando os momentos ruins que adquirir habilidades para seguir a vida com sabedoria.
No final do ano de 89 me mudei para Salvador em busca de um novo trabalho e pensando se algum dia eu seria capaz de amar novamente, pois como eu já disse a minha separação foi o pior momento que tive na juventude.
Fui mora com uma prima na Liberdade, fiquei com ela durante um mês, pois o emprego foi facil encontrar, logo em jan/90 arrumei um emprego de recepcionista no Bahia Othon Palace em Ondina, então passei a mora com umas colegas em Nazaré, onde dividíamos um AP. Conhece um colega de trabalho, o Joselito Faleta, com quem comecei a me relacionar e no ano seguinte (91) fomos mora juntos em Amaralina.
Demos início à construção de nosso AP e em 01/02/92 tive a minha primeira filha, Jéssica Faleta, em jacobina. Nem precisa dizer que é algo inesquecível para uma mulher a maternidade.
Tive que sair do trabalho e me dedicar muito a ela, pois a mesma nasceu com Rinite Alérgica e Adenóide, e ate criar imunidade para supera às crises precisou de muitos cuidados e dedicação.
Eu tinha uma vida tão conturbada que parecia esta pagando algo de muito errado que pratiquei... passei a conviver com pessoas de péssimo caráter, principalmente a mãe e os irmãos do meu marido, eles transformaram meu casamento em um inferno, as vezes queria sumir daquele lugar, mas não tinha coragem de criar a minha filha sozinha e desempregada. Batalhei muito para sair dali, me livrar daquelas pessoas, mas só conseguia me desgasta fisicamente e emocionalmente, adquiri doenças como pressão alta, labirintite, gastrite... mas eu tinha um objetivo, arrumar um novo emprego e morar somente com minha filha bem longe dali, não me importava mais a luta para ter uma casa própria, só queria paz, saúde...
Não perde a Fe que eu seria uma vencedora, pois nunca fui de deixa me abater pelos problemas, seguia na certeza de que se eles não me matarem me tornarei uma pessoa mais forte... algo me dizia que eu não vim mora aqui para ser uma fracassada. Mesmo naquele ambiente péssimo, podia contar com amigos que foram capazes de me ajudas de todas as formas... Márcia Barreto, Paulo Ângelo, Vera Velame,...!
Voltei a trabalhar agora como professora na Comunidade do Sto. André, e assim aos poucos fui retomando a minha vida social. Passei a fazer parte da Pastoral Familiar como Representante e membro do Conselho da Igreja. Fiz mais amizades... Lucidalva, Ana Castro, Conceição, PD Stephano... com quem podia confiar e contar sempre, também tive o prazer de ajudar muitas outras pessoas que passaram pela minha vida.
Afastei-me da Igreja em 2001, quando o Pároco da nossa Comunidade voltou para Itália, acabei perdendo o emprego e sentia que ali não era o meu lugar... faltava algo para preencher o abismo em que eu me encontrava.
Descobrir que estava grávida novamente depois de 11 anos, apesar de todas as dificuldades que enfrentava um filho é sempre um recomeço, uma nova luz a brilhar.
Entre outros problemas percebe que eu não suportava mais dividir o mesmo espaço com meu marido, nunca pensei que isto aconteceria comigo, achei que era para sempre, mas percebi que não sentia mais nem uma forma de carinho por ele...
Meus problemas de saúde se agravaram, tive que me mudar para Feira de Santana na casa da minha irmã mais velha (Dora)... esta me acolheu bem demais, serei eternamente grata a ela por tudo que fez por me e meus filhos!!!
Tive que voltar á Salvador em jul/02 para o enterro da minha sogra, não serei hipócrita em disser que isto foi ruim, pois na verdade foi um alivio, não só para me, também para o mundo que ficaria livre de alguém tão doentia... nem vou falar mais nesse assunto, pois é algo que ainda me faz mal.
Dei a luz ao meu filhotinho, Diogo Faleta, em 24/09/02 no Hospital da Unimed de Feira mesmo, apesar de ter nascido de oito meses, correu tudo bem.
Começava ali uma nova etapa da minha vida... gostei de mora la, aluguei um AP e fiquei mais um ano. Ainda me lembro com saudades da festinha do primeiro aninho do Diogo. Estava morando bem, mas eu amo Salvador não dava para ficar longe tanto tempo, precisava arrumar um emprego e continuar lutando por uma melhor qualidade de vida para me e meus filhotes. A minha família achava que eu deveria ficar perto do pai dos meus filhos, e isso também contribuiu para que eu voltasse à mora com ele.
Retornei para Salvador em jan/04, minha filha estava passando férias no Espírito Santo na casa de Lila, minha outra irmã. Aluguel um caminhão e coloquei toda a minha mudança... la estava eu novamente em Salvador, so não estava feliz por completo porque tinha que mora no mesmo lugar, cheio de recordações ruir e ainda estava desempregada.
Precisava mudar a minha vida urgente estava no meu limite, estava dando aulas porem precisava ter mais dinheirinho para ter minha independência... ai me veio a idéia de tomar um curso de Cabeleireira e abrir um Salão, pois cabelo era algo com que eu adorava trabalhar e já entendia um pouco da área. Graças, obaaaaaaaaaa... as coisas estavam dando tudo certo... terminei o meu curso e passei a trabalhar com Lucidalva. Só precisa resolver a minha separação. Em 2005 passei a morar na Manoel Dias na Amaralina mesmo, meus sobrinhos vieram fazer faculdade em Salvador e ficaram comigo, então achei que ali poderia ser uma forma de nos ajudar, pois eu também precisava de um novo lar... com tudo não foi bem assim porque o meu marido disse que faria qualquer coisa para ficar junto comigo e os nossos filhos, então mais uma vez, mesmo sem gosta dele, la estava eu morando novamente junto com aquele “cara” que era a única lembrança triste que eu não conseguia me livrar. Uma pessoa que parecia ter bipolaridade, violento e ao mesmo tempo dissimulado, eu e o Dioguinho sofríamos agressões físicas por parte dele. Precisei ter muita coragem para resolver isso, pois tinha àquela péssima convivência que me colocava para “baixo”...!
Fiz uma grande amizade com Terezinha, uma paulista que tinha se mudado para o edf. onde eu morava, ficávamos hs conversando, tomando chá... continuamos unidas, dividindo os momentos tristes e alegres.
Não estava mais com o Salão, tinha que da um jeito de sair fora dali. Suportei um ano porque precisava ajudar ao meu irmão mais velho que ficava no AP conosco para fazer uma cirurgia no olho, ele tinha câncer, mas deu tudo certo, ele hoje já esta curado. A esta altura minha filha já era uma adolescente e segurava todas as “barras” junto comigo. Mesmo Jessy tendo se tornado uma moçinha de ótima personalidade eu precisava ser uma mãe mais presente, queria esta por perto para ajudá-la nas descobertas desta nova faze da sua vida. Ela tinha arrumado o primeiro namorado (Gabriel)... ficava tão preocupada quando eles saiam para passear, felizmente tudo correu bem eles já pensam em ficar noivos, ela agora esta com 17 anos.
Finalmente em 2007 resolvi alugar um AP na Boca do Rio, e fui mora somente com meus dois filhos, a esta altura eu estava mais equilibrada espiritualmente e com muita coragem, esta minha força vinha de algo que fazia algum tempo que eu havia descoberto dento de me mesma, a força dos Deuses, da Natureza,... percebe que eu era muito capaz... Do casamento só restou de bom os meus filhos.
Voltei a trabalhar com Salão, agora em Itapuã, me mudei para um AP mais perto do trabalho, onde estou morando atualmente com os seus filhotes e gostando D+++. Passei a prestar serviços para um Centro de Estética, no Shopg. Ponto Alto II em São Rafael, onde conheci pessoas maravilhosas. Sinto-me a pessoa mais realizada deste mundo, as vezes tenho medo por esta tão feliz... estou começando ate a pensar em encontrar um companheiro, pois desde a minha separação não tive coragem de me relacionar com nem um, já tenho um em vista, mas isso e outra historia que se caso dê certo eu conto em outra postagem. Bjos)o(